terça-feira, 18 de novembro de 2008
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
quarta-feira, 1 de outubro de 2008

As unhas que eram supostamente arranjadas com cuidado são cortadas al dente;
O jantar vai-se comprar para não ter de se descongelar e aquecer e lavar pratos, é muitoo trabalho;
Os lençois ficam mais tempo na cama. Um dia durmo do lado esquerdo, outro dia no lado direito;
A roupa amontoa-se no cesto. Quando for para fora, põe-se a lavar;
Se dorme menos 3 horas por dia, 15 por semana, 15x4 por mês;
Não se estuda porque se tem o anterior descrito por fazer...
Tá bem, é normal. Mas eu só estou na segunda semana de aulas...
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
É CIVIL, GRANDE CURSO: É CIVIL!*

domingo, 14 de setembro de 2008
terça-feira, 9 de setembro de 2008
sábado, 6 de setembro de 2008

Se bem me queres, quero-te bem.
Se mal me queres, quero-te também.
Será que me queres bem? Como espero…
Será que percebes o que bem te quero?
E se o oculto não é por que minto.
E chega a última e saberei
Se…
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Caixa de cartão

sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Feno
terça-feira, 29 de julho de 2008
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Verdinho, verdinho
You Are a Green Crayon |
![]() Your world is colored in harmonious, peaceful, natural colors. While some may associate green with money, you are one of the least materialistic people around. Comfort is important to you. You like to feel as relaxed as possible - and you try to make others feel at ease. You're very happy with who you are, and it certainly shows! Your color wheel opposite is red. Every time you feel grounded, a red person does their best to shake you. |
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Epá
Epá, adoro!
terça-feira, 15 de julho de 2008
Verão

terça-feira, 8 de julho de 2008
Ade and Zalon
Primeiro, reprovem a deprimência da Amy. Depois, dancem o ritmo da música. Por último, concentrem-se 1min 45 e digam-me lá se o Ade e Zalon* (este é o dos agudos - eu andei a pesquisar) não são fabulosos?
*O cachopo tem myspace, é clicar, é clicar. Ah, e esta música até está mais fixe lá.
Beijinhos.
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Poço da morte

A morte nunca quis nada comigo.
Sempre a fintá-la no poço da morte.
Sempre a procurar a saída a norte.
E apenas com um único amigo:
O motor, a mota, a fuga ao precipício.
De vitória, só um indício:
O aplauso, o grito.
E eu?
Relaxo, rezo, (nada aflito).
A morte está lá longe, ao fundo
E este é o meu mundo.
Saída a norte,
Sem lugar para a morte.
E mais uma vez: mota, protecção.
Não há bela sem senão…
Se encontrar a morte, vou protegido.
Com o motor, com um rugido.
O lugar da morte já não é tão distinto.
E eu, estou acabado.
O corpo já não dá, não estou preparado.
Chegou para mim:
O fim.
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Hey!
É um print-screen (está bem escrito?) feito às 21h e 30 minutos do boletim metereológico do google (que 'adivinha' as temperaturas correctamente, até ver). Mostra que estão 34ºC na rua (às nove e meia da noite!) e que nos próximos dias estarão aquelas lindas temperaturas. Ah, e sem vento... 14Km/h = 0 m/s, acreditem em mim. Eu quero tempo fresquinhooo!
segunda-feira, 9 de junho de 2008
domingo, 8 de junho de 2008
Guity pleasures a correr!
Então cá vão, em escala descendente:
10. comer chocolate – eu tenho plena consciência que há vezes em que exagero e que como mais chocolate do que devia mas esta também não é uma boa altura para pensar no assunto já que é quando tenho de estudar que como em maior quantidade.
9. tomar duches demorados – temos de poupar, a água está cara, é tempo de secas e mudanças climáticas perigosas, e eu tento… Mas o duche demorado com a água quentinha é tão relaxante…
8. ver televisão – uso principalmente essa desculpa quando estou em época de stress. Parece que tudo o que passa na televisão é fascinante o suficiente para eu ali ficar esponjada no sofá.
7. compras com a minha mãe – eu sei que é estranho, mas passo a explicar… Se eu vou sair com alguém que não a minha mãe, consigo conter-me e gasto pouco e o que compro tem preços razoáveis. Mas quando vou com a minha mãe, a coisa piora significativamente e gasto mais do que devia. A crise é que gasto em coisinhas tão lindas (não só roupa, livros e livros e livros também) que mesmo com a quantia, não me consigo arrepender mais que 50%.
6. ouvir música a níveis auditivos aceitáveis - isto é… Humph, ouvir música de manhã em som suficiente para acordar os vizinhos de cima. Só que poças, é de manhã que começa o dia e eu tenho de me vingar das vezes em que os vizinhos de cima me acordam com o aspirador!
5. acender as luzes – este é esquisito. Quando começa a anoitecer, eu tenho a mania de ligar as luzes por onde quer que passe e arrependo-me, claro está, porque acabo por as deixar ligadas quando saio. Mas a culpa é das lâmpadas… É que as lâmpadas economizadoras têm o grave problema de demorarem a ‘aquecer’ e eu gosto de passar e vê-las a aumentar a luminosidade...
4. comprar pastas eastpak e allstars – não tenho nada a acrescentar. São ambas coisas ligeiramente caras, ligeiramente coleccionáveis e grandemente apetecíveis para mim. Não tenho mais apenas por achar que ia levar demasiado longe o gosto por ambas as coisas
3. navegar na internet horas e horas – eu chego a passar 3 horas diárias no computador, ligadinha à net para ter tempo de fazer a ronda pelos 54 blogs (acho que são 54) que gosto de visitar sendo que nem ¼ costumo comentar. Bem, adoro ler-vos, que se há-de fazer?
2. comer bolinhos acabadinhos de sair do forno, ainda fumegantes - Isto é inteiramente culpa do Soulheaven, porque eu antes de ler o blog dele não fazia coisas destas!
1. O final, o graaande final, e o pior é que já não me lembro de mais nenhum guilty pleasure! Bem, vamos pensar, pensar, pensar… Ah, acho que já sei… Bem, às vezes perco as estribeiras e quando estou a falar com pessoas com as quais não me dou muito bem, costumo mandar umas boquinhas… Vá, algumas. E a verdade é que quando os vejo a hiper-ventilar ou a começar a corar, não consigo arrepender-me. Só que há pessoas que não acham piada nenhuma e se ofendem e isso, meus amigos, é lixado.
Pronto, acabou-se!
Vou desafiar quem?
Pipe, meu caro, estás desafiado!
Nuno T, vá lá divagar!
Miguel F. Carvalho, quero a verdade toda do teu mundo.
Patti, dá-lhe graça por favor.
Oxyder, a este já respondeste?
LP ou im, agorinha ! Depois mandem-me para o inferno que eu devolvo-vos os paraíso.
terça-feira, 3 de junho de 2008
Vontade de escrever.

Umas que nos levam a crer
Que vêm das entranhas…
Outras que nos fazem cócegas
E trazem preguiças tamanhas.
Há aquelas insuportáveis
Que nos fazem vir a correr.
Outras que tão deliciáveis
Que fazemos por esperar e ver.
É como quando aparecem as rimas…
Às vezes até acho que penso em verso!
É com elas que falo sobre estimas
É com elas que acabo e adormeço.
E quando não há vontades destas?
Enrolo-me no sofá e lá me deixo ficar…
Ponho em dia as minhas sestas,
Deixo de lado as festas, quero é dormitar!
(Que é o que acontece agora
E antes que dêem pela demora,
Eu vou para lá voltar)
sábado, 24 de maio de 2008

Já esperei que jogasses, já esperei que expressasses a tua opinião, já esperei que mostrasses o que vales e até já deixei que me fizesses frente e tentasses menosprezar-me. Agora é a tua vez de ver como se joga. Agora é a tua vez de esperar, de desesperar, de perder, de aguentar, de sofrer.
Perdão, com sua licença, agora é a minha vez.
Já deixei que me passasses para trás e que viesses chorar no meu ombro. Já te ouvi quando me apetecia ser eu a falar, já sofri a teu lado quando me contaste algo triste. Já nos rimos juntas quando era eu para chorar e já te deixei ganhar quando era eu a vencer.
Perdão, com sua licença, agora é a minha vez.
Já viste que estou sempre atrás de ti? Já viste que estou sempre ao teu lado? Já viste que nunca te passo para trás? Se já, agora aguenta-te
porque:
Perdão, com sua licença, agora é a minha vez.
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Blá blá, blá blá

O pior é que já sei do que vais falar. Blá blá, blá blá.
Já sei…
Vais falar da meteorologia, do preço dos combustíveis, do tempo todo ocupado, dos problemas com ela – a namorada, com ele – o melhor amigo…
Vais contar-me o que compraste para oferecer à X que faz anos por estes dias, ao Y que te ajudou a ultrapassar uma fase difícil e que fez anos um dia destes, mas tu não sabias a data e não lhe deste os parabéns a sério.
Vais ainda dizer-me como vai ser a próxima saída, quem vai contigo, onde vão passear…
Já sei…
E eu?
Posso contar-te mais uma vez uma discussão qualquer (provavelmente sobre escola)?
Posso dizer-te o que se passou no meu dia de anormal, o que tomei ao pequeno-almoço, o que lanchei?
Posso sonhar acordada e contar-te tudinho?
Posso fazer mistério com a roupa que vou levar vestida? Para acabarmos rindo acerca da tua camisola preferida…
Posso atentar-te com a cor das minhas sapatilhas novas?
Posso acalmar-te acerca das discussões que tiveste, das desilusões por que passaste?
Acrescentar que gosto de ti, que és meu amigo…
E tu?
Tu vais dizer que também gostas de mim, que é óbvio que também és meu amigo…
Mas eu nunca apareço nas tuas contas. Nem nunca faço parte do teu baralho. Eu sou o teu diário sem chave, com olhos e com boca… Mas, sobretudo com ouvidos.
E eu não, eu não estou triste, não acho que é pouco, não me arrependo de te ouvir, não me arrependo de me rir contigo, de falar de disparates, de me revelar… Não me arrependo de sermos amigos, sabes?
Absorvo o que me contas embora reaja como tu esperas que eu reaja, acho eu. É, não é?
Vamos tornar a rir-nos e falar das minhas memórias. Por agora é tudo…
Amanhã vais começar de novo: blá blá, blá blá…
domingo, 18 de maio de 2008
Bye Bye

Foste embora pelo meu pedido,
Mas não me disseste nada
Que te despedisse com…
Muito sentido.
Parecias absorto,
Perdido algures
E pensavas, coitado,
Ir viver p’ra nenhures.
Tal era o desespero
De tornares a ficar sozinho,
Que abrias e fechavas mapas
Procurando novo caminho.
Nunca pensei que depois fosse eu
A sentir-me perdida na escuridão…
Tanto te afastei da vida e do céu,
Que me perdi do nosso refrão.
Sem muito sentido,
Continuo cantando
A luz vem ao fundo
Só mais um segundo:
‘Bye bye’
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Sabem que mais?

domingo, 11 de maio de 2008
Calcanhar de Aquiles

Estava o chão tão seco como o céu da minha boca.
Tinha calor e arrepios, os lábios estalados, as mãos gretadas e sujas de pó.
Andei quilómetros e quilómetros até começar a sentir o vento na cara, voltei-me para a direita. Segui em frente e cheguei a um poço fundo, pequeno e perigoso. Um fosso de vida. Lá, ouvia-se o periclitante som de água. Aproximei-me perto e puxei do copo meio partido que encontrei no caminho. Houve alguém que me agarrou pela perna e me pôs dentro do buraco para eu poder chegar à água. Eu cheguei. Molhei as mãos que arderam, lavei os lábios que queimaram por estarem demasiado secos e enchi o copo de água suja que bebi sofregamente. Estava fria e lembro-me de me ter engasgado. Depois já não sei bem o que aconteceu. Deixei-me dormir novamente e acordei apenas com um medo enorme de viver sem água. Esse, é o meu calcanhar de Aquiles.
sexta-feira, 9 de maio de 2008
9 de Maio

Hoje, tive o melhor dia de anos da minha vida dezoitista. Fui surpreendida, fui acarinhada, fui mimada e senti-me muito leve, feliz…
Obrigada, a todos os que participaram nestes dezoito de vida. Venham mais 18:
De alegria
De consciência
De seres
De responsabilidade
De amizade
De dor
De quedas
De amor
De vida
De promessas
De desejos
De sonhos
De realidades
De tentativas frustradas
De sucessos
De amigos
De pessoas
De mim
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Tempo

Como se explica isto?
Há tempo que estica,
Há tempo que voa,
Há tempo perdido,
Há tempo sentido,
Há tempo do bom,
Há tempo que presta,
Há tempo que soa…
No tempo que me resta:
Há tempo que tic
Há tempo que tac…
Mas se mais tempo houvesse,
Explicava-te o que tempo é.
Já que também há tempo que se esquece.
Mas esse tempo ninguém merece,
Não é?
domingo, 4 de maio de 2008

Obrigada por todas as alegrias.
Obrigada pelas lágrimas que me obrigaste a derramar,
Ajudaram-me a crescer.
Obrigada por não seres só minha amiga
E por termos discussões.
Obrigada pelos discursos e sermões.
Obrigada por pores em dúvida aquilo que sou
Para que eu nunca duvide de quem me amou.
Obrigada por me ensinares a sobreviver
Quando for tudo contra ao meu querer.
Obrigada pela força das palavras,
Pelo amor incondicional.
Obrigada pela ordem a que obrigavas
Quando eu fazia tudo mal.
Obrigada por me fazeres crescer
Quando nada me corre bem.
Obrigada, mãe.
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Lição

Que se passa?
Tenho medo.
De quê?
De fechar os olhos e não sonhar,
de abrir as asas e não voar,
de pensar e não ter vontades,
de ouvir e não ter reacção,
de ver e não responder,
de querer e não conseguir mostrar,
de gostar e não poder,
de ser e não ser…
Não tenhas.
Mas tenho… que faço?
Respiras com calma,
vives com pressa,
gostas com força,
sonhas com vontade,
lutas com garra,
vences com sorte,
perdes com brio,
avanças com cautela,
mudas com responsabilidade,
falas com razão,
abraças com sede de viver.
No fundo, ages como Homem.
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Ironias *

Tu, à espera que ele ligasse,
Mas ele nem se lembrava
Que tu o esperavas.
(Mendigo…)
Com a fome que trazias,
Comias uma coisa qualquer.
Mas a menina, ali com arrelias,
Desperdiçava o seu comer…
(Empregado…)
Descias do carro já atrasado,
Dizendo mal da tua vida
Logo hoje que adiantado,
O chefe te esperava na subida.
(Tu…)
Continuas à espera do Euromilhões,
Ou então, que saiam lotarias.
Enquanto isso, contas os tostões
E poupas, economias…
domingo, 27 de abril de 2008
Be
sábado, 26 de abril de 2008
Ah, foi 25 de Abril. O grande Dia Da Liberdade. Para ler algo com tudo o que eu gostaria de ter escrito clicar aqui.
Beijinhos e bom fim-de-semana.
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Coisas de sofá

A necessidade de aumentar a importância que os outros têm para nós a fim daqueles com quem falamos o percebam, é uma delas.
Não devem ter percebido nada, por isso reparem nisto:
Amigo como irmão. Até parece que ser amigo por si só não é suficiente. E ser melhor amigo também não chega. É preciso compará-lo a um outro alguém que se presume próximo, íntimo e importante também e com o qual se têm até afinidades sanguíneas. Ou então o inverso,
Irmão como melhor amigo. Como se ser irmão não chegasse, é preciso clarificar, mostrar o quão irmão é para que possa ser considerado amigo. Ou ainda,
É (quase) como se fosse da família, quer dizer, não chega ser próximo, importante, melhor amigo ou amigo só, é quase como parente. Não que os parentes sejam (quase) como amigos, mas perceberam…
Existem ainda as segundas mães e segundos pais, que se presume que não sejam as mães mães e os pais pais mas que são tão (ou quase) importantes como se o fossem.
Ou então, quando não gostamos de alguém. Dizemos:
É mau como as cobras, pobrezinhas das piquenas e das grandes, mas o senhor gajo ou senhora moça são assim muitooo maus, perigosos e indigestos. São tão ruins como as coitadinhas das cobras, venenosas.
Mas fazemos isto também para as coisas ambientais, por exemplo:
Escuro como breu, isto porque existem escuros claros (?). Se é que me faço entender, existem escuros que não são muito escuros, são só escuros mais ou menos e para os diferenciar, temos de chamar aos escuros que são realmente escuros, escuros como breu.
Não sei se têm dúvidas destas, ou se se lembram de outros casos assim. Mas isto aflige-me. Mais ou menos.
domingo, 20 de abril de 2008
Vento

Atiro-as ao ar.
E vejo-as planar e voltar para mim.
Como eco.
Torno a gritar,
Desta vez, mais ALTO
Vejo-te assustar
(e também salto).
Reparo no teu olhar de esguelha,
Soltas a voz rouca de velha
Para mim, num corpo de menina
E figura fina.
E no fim ris…
E a tua voz pinta a parede,
A giz.
E eu apago com o dedo
O que não quis
Ouvir.
Boa semana para todos.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
By The Way*

Dizes que me proteges quando tiver medo,
Dizes que me guardas um segredo,
Dizes que vais estar sempre comigo,
Dizes que é por seres meu amigo.
E eu pergunto-te:
Agora que eu preciso, onde andas?
Agora que quero um abraço,
Agora que quero uma palavra,
Agora que preciso de uma arma,
(para vencer)
Onde a vou procurar?
Onde te vou procurar?
(Nem lá estás para ajudar…Nem lá estás...)
*A pessoa a quem escrevi isto, vai lê-lo provavelmente.
terça-feira, 15 de abril de 2008
Desafio

Eu: aflitivamente viva.
Qualidades: verdadeira, frontal, não guardo ressentimentos (mas não sei se isto é uma qualidade ou um defeito…)
Defeitos: ingenuidade e imaturidade
Gosto: ficar em casa de pés em cima do sofá, de mimar a minha irmã e os meus amigos, de surpresas, de me sentir confortável, de dizer e ouvir ‘gosto de ti’
Detesto: favas, acordar com chuva, o ladrar dos cães (até se me arrepia a espinha…)
Pessoas: a prova que somos todos diferentes.
Família: conforto, carinho, amor.
Homem famoso: Ben Harper.
Mulher famosa: não me lembro de ninguém especial
Sorriso: meio caminho para a empatia.
Perfume: Hugo Boss woman
Carro: o da família
Paixão: fogo
Sexo: Nature
Amor: devoção.
Olhos: castanhos de encantos tamanhos.
Sol: deixa-me bem disposta quase à beira do histerismo.
Chuva: não gosto de andar à chuva mas gosto de ver andar à chuva.
Mar: força, imponência, medo.
Livro: demasiados, preferencialmente romances.
Filme: nenhum em especial.
Música: A que está a passar na rádio ‘O jogo’ de Tiago Bettencourt, ‘Valerie’ da Amy W.
Dinheiro: luxúria, meio para a concretização de alguns sonhos.
Animal: o da infância: minhoca; o dos sonhos: tubarão branco, leão; o de sempre: urso de peluche.
Silêncio: quando a alma fala.
Solidão: reflexão, fuga.
Flor: gerbera ou geribéria (nunca sei como se escreve)
Sinceridade: arma poderosa, qualidade.
Sonho: progresso, sucesso profissional, qualidade de vida, amor.
Cidade: a minha pequena cidade.
Não vivo sem: a minha irmã, os meus pais e os meus amigos.
Nunca deixo de: dizer a quem gosto o quão gosto deles, de reclamar que 'quero dormir mais', mesmo que já tenha dormido tudo o que havia a dormir, tentar melhorar-me enquanto pessoa.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Fé

Peço licença e entro
Devagar.
Levanto a voz, e dirijo-me ao altar.
Com voz de súplica,
Rezo uma prece.
Mas a sala segue vazia,
Ninguém me aparece.
No meio de tanta preocupação,
Sigo pedindo com o coração:
‘Que a vida progrida, que tudo está tão mal’
Mas saio e nada muda, fica tudo igual.
Mas a falta de fé não me demove
Que as montanhas não mexam (se ninguém as move…),
Eu sei e quero que isto mude agora!
Que eu não me canso de lutar pela melhora.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
24*
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Pé descalço

Eu, na minha pequenez, achava libertador o pé descalço no chão e considerava sortudos todos os ‘pé descalço’ que encontrava na rua.
Mas eu, que hoje ando com meia e sapato, que trago o pé tapado ao frio e escondido ao calor, era inócua.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
´Tá a ser solidário saxavor!
http://www.superbock.pt/

Passo 2: Clicar em Fechar para passar "à acção".
Passo 3: Seleccionar "Login" no topo do Site. Abrirá um painel com mais opções. (se já estiver registado no site passar para o passo número 7). Efectuar Login.





Passo 9: Aparecerão vários nomes de bandas. Mas em frente a "Escolhe a Banda que queres ouvir" deves seleccionar a letra "T".De seguida clica no quadradinho branco em frente a "The Agency", aparecerá um visto.Clica então em "Vota Aqui" (este por baixo dos nomes das bandas.)
Podes submeter 5 votos, todos eles na mesma banda. Vota em "The Agency" até não poder mais.
Ele no fim agradece, eu faço o mesmo. Votem, beijinhos.
Entre ( )

sábado, 29 de março de 2008
queres de mim?

Queres quente,
Queres frio?
Queres que fique um vazio?
Queres que procure o inferno
Ou que te guarde num lugar terno?
Se preferires que me afaste para que não haja desgaste,
E vai passando, o tempo.
Que me queres?
Que preferes?
Vou-me fechar,
Esconder, sonhar, pensar
(bem escondida, ninguém vai notar).
terça-feira, 25 de março de 2008
Amour
domingo, 23 de março de 2008
Prima L.
Eras tu.
Gostava de te ver passar na rua e olhar o cabelo brilhar,
Cor de caju.
E enquanto crescia, imitei-te algum tempo…
Eu só queria ser como tu.
E quando ia ao café? Havia sempre quem dissesse:
‘Olha para o sorriso que traz na cara, a Lu.’.
E agora crescida, contam-me que partiste,
Encontrada sozinha, e nem sei se sorriste!
Dizem que foi ontem que aconteceu,
Que foste sozinha, procurar o céu…
Adeus.
(Dizem que Ele sabe o que faz, Deus)
quarta-feira, 19 de março de 2008
Euforia

De me sentar no sofá e sonhar acordada,
No meio de um dia com chuva lá fora,
Sinto-me feliz (por esta hora)…
E sem problemas por resolver
E com uma vontade enorme de viver.
Sinto uma euforia risonha,
Cócegas na alma.
E quando mostro o que é calma ao espelho,
Até me consigo ver sorrir,
Lá por dentro (tenho de admitir).
ps: a foto foi escolhida pelo cachopo mais prestável, conhecido pessoalmente por mim, através da blogoesfera.
quinta-feira, 13 de março de 2008
CORAÇÕES

Mesmo assim, às vezes as válvulas não fazem bem o seu trabalho. Passam algumas decepções por elas, entram nos ventrículos e são disparadas para o resto do corpo. Aí, a respiração acelera, as faces ficam vermelhas, as pernas tremem, os músculos enrijecem, os nervos sobressaem e a voz torna-se gritante, urgente, cortante.
Mesmo assim, as válvulas enganam-se poucas vezes. Às vezes filtram de mais. Sentimos uma paixão imensa pela vida, somos invencíveis, indestrutíveis, podemos ajudar todo o mundo, temos as pessoas certas a nosso lado e nem nos preocupamos com os pequenos sobressaltos.
Os corações não eram os mesmos se não estivem partidos em quatro partes. As duas de amor, as duas de desamor. Nas de amor, circula um sangue vermelho vivo, quente. Nas de desamor, passa um sangue frio, adormecido, desoxigenado, medroso…
Mas é nestes corações que corre a paixão, que corre a vaidade, que corre o brio, que corre a força, que corre a vida. Nestas quatro partes vermelho-vivo. Nestas quatro partes de coração. Nestas quatro partes de nós.
Segredos

Custa-me no entanto, que quando converso com alguém, me peçam segredo. Pensam o quê? Que vou por num jornal? Publicar numa revista? Fazer cartazes? Espalhar?
Se confiam em mim, se me mostram que sou digna de os ouvir, de poder partilhar com eles o que eles têm de mais sagrado, vou perder a oportunidade?
É por isso que não gosto de segredos. Gosto de conversas sobre assuntos secretos. De ouvir algo que ninguém sabe e ter a certeza que por mim não vão saber de certeza. Gosto de pensar que aquilo que sei é importante e que quiseram partilhar comigo. Gosto de secretismo sem que me digam nunca ‘isto é segredo, não contes a ninguém’.
terça-feira, 11 de março de 2008
Amor dormente*

Mesmo que digas o que quero ouvir.
Cala-te,
Não me contes nada do mundo,
Deixa-me dormir.
Beija-me,
Deixa-me viver no teu colo
(Enquanto) bebes um cálice de fogo…
E deixas o tempo lá fora passar,
E deixas o mundo lá fora dançar
E deixas a tua mente lá fora voar.
E eu fico aqui, dormente de ti, a sonhar.