segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Anti-mim

Sou não sendo,
Coisa que anticoisa.
Vivo não vivendo,
Choro não querendo,
Aprendo sem saber.

E é sonhando pesadelos,
Correndo para trás,
Que vejo o que é o Mundo,
E o que perde quem não é capaz
De viver sempre a fundo.

E é…
Sentindo com a razão,
Pensando com o coração,
Trocando o início pelo fim,
Tirando o melhor para mim:

Que me encaixo nesta vida,
Tão ricamente descolorida,
Tão triste e cansada,
E sem tempo para nada.

5 comentários:

  1. Se a Vida é demasiado curta para nos preocuparmos em demasia, então toca a viver...

    Grande poema, continuas em grande!
    Detecto aí um talento por explorar (mais)...


    bjs

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  2. Anti-mim?
    Mas o que é isso, minha?

    Para anti bastam os anticorpos e os antigénios...

    Queres ser um anticorpo?

    Queres destruir todos os antigénios que se atravessarem no teu caminho?

    Eu dou uma ajuda: vou ser uma célula de memória que te vai lembrando que antigénios há sempre e a tua função é eliminar o efeito nefasto dos bichinhos.

    Beijo imunitário*

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  3. Olha quem anda virada para a poesia..

    Vá, vamos lá as duas animar-nos, tem que ser.

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  4. oix eu ja tive uma vez há um tempinho já... hehe mas n comentei porque não sabia como se fazia eu tenho um blog nem vai fazer se calhar 4 meses e ent sou novata nisto ... mas como adorei o teu blog desd o 1 dia decidi vir comentar ja ke tb tenhu um e sei como se faz ;D
    looooool bem enfim


    se quiseres passar lá pelo meu eu agradeço e retribuo ;D



    um beijo sweet*

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