
Hoje um amigo meu faz anos. As amizades não são todas iguais, e a nossa (acho) é a prova disso.
Tinha tudo para não dar certo. Somos demasiado diferentes, quase incompatíveis. Não gostamos de quase nada do que o outro gosta. Não ouvimos a mesma música, não temos amigos comuns, quase nunca nos vimos e quando nos vimos não podemos falar abertamente. Mas existem 3 milagres que tornam a nossa amizade possível: o telemóvel, a Internet e o respeito que temos um pelo outro.
Eu gosto da maneira como ele relativiza os meus problemas, como os torna quase insignificantes. Como me apoia quando me sinto em baixo (e até quando diz que gosta de mim), como me dá os parabéns pelos bons resultados na escola, pela boa prestação num trabalho, pela boa acção…
Habituamo-nos à presença das pessoas nas coisas mais banais do dia-a-dia e quando nos chateamos fazem-nos uma falta incrível, com ele é assim... Com as nossas zangas. São dolorosas mas quando passam são esquecidas e torno a sentir-me inseparável dele outra vez. Quase tudo o que me acontece, principalmente as coisas normais do dia-a-dia, é discutido com ele. Com o seu mítico ‘mmh’ como resposta, ou o ‘ok’ quando a vontade de me aturar já desceu os níveis mínimos. Quase nunca se despede de mim com um beijo, nem asterisco mete nas conversas (a não ser que eu insista). Torna-se impossivelmente irritadiço com a miragem de um jogo do seu clube do coração e, em caso de derrota, escuso de tentar falar com ele. Tem um mau perder incrível.
Mas, é por tudo isto e por muitas mais coisas que nos damos bem, que falamos, que nos ouvimos. Porque de certa forma, fazemos parte da vida um do outro. Somos amigos.
Tinha tudo para não dar certo. Somos demasiado diferentes, quase incompatíveis. Não gostamos de quase nada do que o outro gosta. Não ouvimos a mesma música, não temos amigos comuns, quase nunca nos vimos e quando nos vimos não podemos falar abertamente. Mas existem 3 milagres que tornam a nossa amizade possível: o telemóvel, a Internet e o respeito que temos um pelo outro.
Eu gosto da maneira como ele relativiza os meus problemas, como os torna quase insignificantes. Como me apoia quando me sinto em baixo (e até quando diz que gosta de mim), como me dá os parabéns pelos bons resultados na escola, pela boa prestação num trabalho, pela boa acção…
Habituamo-nos à presença das pessoas nas coisas mais banais do dia-a-dia e quando nos chateamos fazem-nos uma falta incrível, com ele é assim... Com as nossas zangas. São dolorosas mas quando passam são esquecidas e torno a sentir-me inseparável dele outra vez. Quase tudo o que me acontece, principalmente as coisas normais do dia-a-dia, é discutido com ele. Com o seu mítico ‘mmh’ como resposta, ou o ‘ok’ quando a vontade de me aturar já desceu os níveis mínimos. Quase nunca se despede de mim com um beijo, nem asterisco mete nas conversas (a não ser que eu insista). Torna-se impossivelmente irritadiço com a miragem de um jogo do seu clube do coração e, em caso de derrota, escuso de tentar falar com ele. Tem um mau perder incrível.
Mas, é por tudo isto e por muitas mais coisas que nos damos bem, que falamos, que nos ouvimos. Porque de certa forma, fazemos parte da vida um do outro. Somos amigos.
PARABÉNS L.


















